sexta-feira, 1 de maio de 2015

16. BPI fechou 46 balcões e despediu 287 pessoas em 12 meses

O Banco BPI encerrou 46 agências e reduziu o quadro de pessoal em 287 trabalhadores no mercado português entre março de 2014 e março de 2015, informou hoje o banco liderado por Fernando Ulrich.
Isto significa que a rede de retalho do banco foi diminuída em 7,8%, enquanto a redução de funcionários foi de 4,6% em termos homólogos. Em março último, o BPI contava com uma rede de distribuição em Portugal total de 649 balcões (onde a entidade incluiu os 12 balcões da sucursal de Paris) e com 5.967 colaboradores.
Em sentido contrário, na atividade internacional, houve um aumento do número de trabalhadores de 2.461 para 2.552 (3,7%) e o número de agências também cresceu de 176 para 187 (6,3%).
Em termos consolidados, a rede de distribuição baixou de 872 para 836 balcões (-4,1%) e o número de colaboradores encolheu de 8.715 para 8.519 (-2,2%).

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/383241/bpi-fechou-46-balcoes-e-despediu-287-pessoas-em-12-meses

15. Empresas com trabalhadores sindicalizados têm melhores salários

Um estudo de dois economistas do Banco de Portugal conclui que os setores em que o número de trabalhadores sindicalizados é mais elevado são, em média, os setores com melhores remunerações, dá conta a TSF.
O trabalho realizado por dois economistas do Banco de Portugal, publicado recentemente pelo Instituto para o Estudo do Trabalho, com sede na Alemanha, analisou os ordenados dos trabalhadores de empresas privadas e públicas. Os investigadores concluíram que nas profissões onde há um maior número de trabalhadores sindicalizados há também, em média, melhores salários.
Segundo explica a rádio, os resultados mostram que 11% dos trabalhadores das empresas estão associados a um sindicato, uma média que sobe bastante nos sectores da banca e dos transportes.
Estas conclusões foram extraídas da análise de um inquérito anual enviado pelo Governo que inclui 612 mil empresas e quase 2,8 milhões de trabalhadores.
Segundo se reporta, uma empresa que tenha mais de metade dos trabalhadores sindicalizados terá, em média, uma remuneração média mensal 60% acima dos locais de trabalho onde não há qualquer trabalhador sindicalizado.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/383494/empresas-com-trabalhadores-sindicalizados-tem-melhores-salarios

14. Inspetores do Trabalho acusam direção de "má gestão de recursos humanos"

A Comissão de Trabalhadores da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) acusou hoje a atual direção de "má gestão dos recursos humanos" e de tomar decisões unilaterais que põem em risco e fragilizam a fiscalização do trabalho.
"A Autoridade para as Condições do Trabalho está a um passo de se tornar completamente inoperante e a dificuldade em responder às solicitações no terreno é já uma realidade", revela a comissão de trabalhadores em comunicado hoje divulgado. Os inspetores acusam a atual direção de "má gestão de recursos humanos" após uma "decisão unilateral e inexplicável" em que lhes foi imposto que "passem a tramitar os processos de contraordenação laboral", ou seja, a realizarem aquela que é uma fase "posterior ao levantamento do auto de notícia, no decurso da qual a empresa autuada exerce o seu direito de defesa".
"Os inspetores que, perante o elevado volume de trabalho aliado à falta de meios, desenvolvem o seu trabalho com enormes dificuldades, encontram-se verdadeiramente escravizados com este acréscimo funcional", assinala a CT.
Os trabalhadores lembram que até à decisão aquela fase processual "era, exclusivamente, assegurada por técnicos superiores com formação adequada a tais funções e que, neste momento, se veem esvaziados de funções".
Perante a nova função, os inspetores do trabalho alertam que "os reflexos não tardarão a sentir-se" e que "as inspeções diminuirão significativamente e o tempo de resposta aos pedidos dos utentes aumentará exponencialmente".
"Há que realçar que a maioria desses utentes, são trabalhadores, económica e juridicamente desprotegidos, com parcos recursos e, quantas vezes, psicologicamente debilitados, e que neste contexto poderão deixar de poder contar com o apoio deste Serviço Público", acrescentam.
Realçam ainda que os próprios empregadores "vão ver o seu direito de defesa prejudicado" uma vez que "agora, o autuante é, também, o julgador/decisor, o que compromete, irremediavelmente, a isenção na tomada das decisões".
Garantindo que "os Inspetores do Trabalho querem continuar a ajudar em tempo útil, e de forma eficaz, todos aqueles que os procuram", a Comissão de Trabalhadores lamenta que "o superior interesse público de promoção da melhoria das condições do trabalho que constitui a missão da ACT" esteja "prestes a ficar ao abandono".

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/pais/373080/inspetores-do-trabalho-acusam-direcao-de-ma-gestao-de-recursos-humanos

segunda-feira, 20 de abril de 2015

13. A opção pelo silêncio

São Paulo - A maioria dos brasileiros ficaria de boca fechada se visse algo antiético ser praticado no seu ambiente de trabalho.
Pelo menos é o que aponta uma recente pesquisa do CPDEC (Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Educação Continuada), em parceria com o NEIT (Núcleo de Economia Industrial e Tecnologia da Unicamp), que ouviu mais de 800 funcionários de empresas públicas, privadas ou de capital misto.
Segundo o estudo, nada menos que 90% dos profissionais se calariam se observassem uma conduta inapropriada. O dado é significativo - sobretudo num momento em que as discussões sobre ética ganham fôlego na sociedade brasileira.
A corrupção, aliás, aparece no estudo: 48% dos entrevistados afirmam que seus empregadores dão contribuições impróprias a agentes governamentais com frequência ou às vezes.
As razões para preferir o silêncio diante dos malfeitos vão do medo de retaliação por parte de gestores e colegas à convicção de que nenhuma medida corretiva seria aplicada.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/15-dados-da-relacao-do-profissional-brasileiro-com-a-etica

12. Executivos da Apple têm os maiores salários por desempenho

Cinco funcionários da Apple Inc. receberam US$ 281 milhões no ano passado e estão entre os 100 executivos mais bem pagos dos EUA.
Eles valem cada centavo, segundo o Bloomberg Pay Index, primeiro ranking diário de salários de executivos dos EUA.
O CEO Tim Cook, os vice-presidentes sênior Angela Ahrendts, Eduardo Cue e Jeffrey Williams e o ex-diretor financeiro Peter Oppenheimer têm um salário combinado equivalente a cerca de 1 por cento do lucro econômico da empresa, segundo o ranking.
“Steve Jobs foi um líder único”, disse Dan Ernst, analista da Hudson Square Research em Nova York, sobre o fundador da Apple.
“O risco sempre foi alto em relação a se essas pessoas seriam capazes de cumprir o papel dele. Você quer ter uma grande equipe e elas conseguiram isso”.
A medida de salário por desempenho usada pelo ranking da Bloomberg é calculada usando o salário de um executivo como porcentagem do lucro econômico de uma empresa, que é definido como o lucro operacional líquido depois de impostos menos seu custo de capital. 3
Uma porcentagem menor indica um retorno melhor para cada dólar pago a um executivo.
Os cinco executivos da Apple são um melhor negócio para os investidores do que 94 dos 100 executivos mais bem pagos, segundo o ranking.
Há 91 executivos no índice que recebem uma porcentagem maior do lucro econômico de suas empresas individualmente do que os executivos da Apple como um grupo. Trinta e seis executivos trabalharam em empresas que produziram um lucro econômico negativo.
Ahrendts, Oppenheimer
Ahrendts ganhou US$ 82,6 milhões no ano passado, o que faz dela a executiva mais bem paga da Apple e a 10a mais bem paga nos EUA.
Após administrar a varejista de moda Burberry Group Plc, com sede em Londres, durante seis anos, ela entrou na Apple para supervisionar suas divisões de varejo e on-line em maio de 2014, tornando-se a primeira mulher da equipe de gestão da empresa.
Seu salário, que incluiu um bônus de assinatura e uma subvenção make-whole (pagamento de compensação) por prêmios deixados para trás na Burberry, é equivalente a 0,3 por cento do lucro econômico médio da Apple nos últimos três anos, de US$ 28,6 bilhões.
Josh Rosenstock, porta-voz da Apple, preferiu não comentar essa reportagem.
Oppenheimer, que se aposentou em setembro após 18 anos de empresa, recebeu US$ 74,5 milhões, ou 0,3 por cento do lucro econômico da Apple.
Seu substituto, Luca Maestri, recebeu US$ 17,1 milhões e não aparece no ranking.
Cook recebeu US$ 65,2 milhões e obteve o melhor índice de salário por desempenho entre os CEOs dos EUA.
Williams, que supervisiona a cadeia de abastecimento e o setor de controle de qualidade da empresa, e Cue, que administra as divisões de softwares e serviços para a internet, receberam cerca de US$ 29,5 milhões cada, ou 0,1 por cento do lucro econômico da companhia.
Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/executivos-da-apple-tem-os-maiores-salarios-por-desempenho

11. IEFP Governo vai ajudar com 80% do salário de estagiários

O programa Reativar começa hoje e os estagiários com mais de 31 anos poderão inscrever-se, tendo a oportunidade de receber um salário entre os 419,22 e os 691,7 euros.

Durante seis meses, o Governo vai pagar 80% dos estágios às pequenas e médias empresas que contratem desempregados com mais de 31 anos. As restantes vão receber um apoio de 65%.
Esta ajuda faz parte do programa Reativar que tem início esta segunda-feira. Segundo os cálculos do ministro Pedro Mota Soares, o Estado vai gastar 43 milhões de euros.
No entanto, para algumas empresas, esta é uma medida não gera mais empregos, apenas 'disfarça' a situação. “É mais uma medida sem efeitos de empregabilidade. Trata-se da substituição de postos de trabalho por estágios”, indica um dos dirigentes dos Precários Inflexíveis, João Camargo ao Jornal de Notícias.
“Isto não é um verdadeiro programa de estágios. Cria empregos que são pagos abaixo do valor da contratação coletiva”, explica o antigo presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Francisco Madelino.
Cada estagiário deverá receber entre os 419,22 euros a 691,7 euros brutos.
Mas quem fica satisfeito com este apoio são as pequenas e médias empresas que garantem que este é um “excelente apoio” para “reforçar as suas equipas", "que assim poderão fazê-lo com um nível de investimento mais reduzido”, segundo a agência de recrutamento Hays.
Para os estagiários acima dos 45 anos, as empresas podem ter uma comparticipação acima dos 65%.
“Não basta criar programas de estágios. O Estado tem de criar condições para as empresas poderem criar empregos”, dá conta o presidente do grupo Kyaia, Fortunato Frederico.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/377996/governo-vai-ajudar-com-80-do-salario-de-estagiarios

sexta-feira, 20 de março de 2015

10. Ypê lança Programa Gente Eficiente

No ano de comemoração dos 65 anos, a Química Amparo - detentora da marca Ypê - lança o programa de inclusão Gente Eficiente que traz oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência. São vagas disponíveis nas unidades fabris de Amparo (SP), Salto (SP), Goiânia (GO), Anápolis (GO) e Simões Filho (BA). Entre os cargos disponíveis estão o de Assistente de Gente, Auxiliar Administrativo e Ajudante de Produção.
O Programa Gente Eficiente é mais uma iniciativa da empresa de criar possibilidades de desenvolvimento igualitárias entre seus funcionários. A Ypê oferece um ambiente favorável, onde as pessoas com deficiência possam demonstrar suas competências, habilidades e, sobretudo desenvolver todo o seu potencial.
Os interessados em participar do programa deverão enviar um e-mail para recrutamento@ype.ind.br , informando no assunto a frase Vaga para PCD, ou entrar em contato pelo telefone (19) 3808-8551.
A Ypê é uma empresa nacionalmente reconhecida por investir em programas sociais e em sustentabilidade. O ambiente de trabalho nas unidades fabris da Ypê já incentiva iniciativas como esta, pois a empresa realiza diversas ações para sensibilizar seus colaboradores sobre a importância da inclusão, visando a quebra de barreiras e a superação de obstáculos no dia a dia.